Cortes de Cima

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Vidigueira

Anna Jorgensen

Fator XPTO: The Times They are A-Changin’

Mudar para fazer algo diferente não é novidade nesta família. Anna Jorgensen é enóloga de 2ª geração na Cortes de Cima, Vidigueira. Foi ela quem decidiu fazer a transição para o orgânico, ao regressar ao Alentejo em 2019, onde cresceu alentejana, dinamarquesa, americana, portuguesa. Às vezes é preciso dar a volta ao mundo para voltar ao lugar onde se cresceu e vê-lo com um novo significado.

Na Cortes de Cima, agora é a hora de deixar a Natureza fazer o seu trabalho. O vinho começa na vinha e é aí que já se percebem as diferenças. As vinhas que trabalham com a Natureza, o solo fertilizado naturalmente. A vegetação que cuida das vinhas, o solo que se fertiliza a si mesmo, a terra que se auto cuida, sob o olhar atento. A irrigação é raramente usada. Menos é mais. Mais pelo vinho, mais pela terra, mais pela biodiversidade.

LOUR-INHO é produzido em quantidades limitadas a partir das vinhas plantadas nas areias frescas da costa atlântica, em Vila Nova de Milfontes. Alvarinho e Loureiro colhidos à mão, à noite, fermentação espontânea, envelhecido em foudre esloveno e barrica, é a nova Cortes de Cima.

DAQUI é um vinho que nasceu de um processo de liberdade criativa, em homenagem à herança do vinho de talha, na Vidigueira, onde todos os anos durante a vindima são enchidas algumas talhas. No final, a equipa escolhe a sua talha preferida e lança o Daqui, um vinho que foge às regras. Todos os anos surge um novo vinho, nascido da história daquela vindima em particular, para compartilhar em garrafas de 1L, com os amigos.

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